CLIPPING
ENCONTRO DE
SERVIDORES
PÚBLICOS
ATIVOS, APOSENTADOS E PENSIONISTAS
ASSESSORIA DE
IMPRENSA
AOJESP
PARTICIPA DE ENCONTRO DOS SERVIDORES PÚBLICOS ATIVOS, APOSENTADOS E
PENSIONISTAS.
04/09/2011
O
encontro em Brasília, no Senado Federal, reuniu cerca de 700 servidores
mobilizados pela aprovação das PECs 555/06 (acaba com a contribuição
previdenciária dos inativos) e 270/08 (resgata a integralidade e paridade da
aposentadoria por invalidez), que devolvem direitos adquiridos ao longo da vida
laborativa dos servidores públicos.



O evento contou com a presença de cerca de 700 servidores aposentados e
ativos, parlamentares, jornalistas e palestrantes.
A diretoria da Associação dos
Oficiais de Justiça do Estado de São Paulo (AOJESP) participou nesta quarta-feira
(31/08) do Encontro de Servidores Públicos Ativos, Aposentados e Pensionistas, com
a finalidade de lutar pela aprovação das PECs 555/06 (acaba com a contribuição
previdenciária dos inativos) e 270/08 (resgata a integralidade e paridade da
aposentadoria por invalidez), que devolvem direitos adquiridos ao longo da vida
laborativa dos servidores públicos.
Realizado em Brasília, o evento contou com a presença de cerca de 700
servidores aposentados e ativos, parlamentares, jornalistas e palestrantes,
lotando o plenário Petrônio Portela, no Senado Federal. A AOJESP foi
representada pela presidente Yvone Barreiros Moreira e pelos diretores Eduardo
Romeiro, Enizal Vieira, Jonas Barbosa e Oton José Batista.
Para dar início aos trabalhos, o
presidente do Instituto MOSAP, Edson Haubert, anunciou a composição da mesa e
ressaltou a importância da participação em massa dos aposentados e ativos.
“Hoje é um dia de trabalho, não de festa. Estamos todos na busca de um objetivo
comum”.
Em seguida, dezenas de parlamentares foram ao plenário para demonstrar apoio na
aprovação das PECs 555 e 270, como o deputado federal Arnaldo Faria de Sá, que
destacou a quantidade de servidores no evento. “Parabéns, estou há 25 anos aqui
no Congresso Nacional e poucas vezes vi este plenário tão cheio como hoje”,
disse o deputado, que também discorreu sobre pontos importantes referentes à
previdência. “Ouço essa história de que a previdência no Brasil está quebrada
desde 1987. Todos os bancos querem que a previdência seja quebrada para
vender planos privados. Temos que votar as PECs já, queremos o fim da cobrança
dos inativos.”, finalizou.
Deputado João Dado discursa sobre a
importância das PECs 555 e 270.
O deputado Ivan Valente também
destacou a importância das PECs 555 e 270 e teceu críticas ao atual governo.
“As PECs garantem apenas direitos constitucionais dos servidores públicos e
estão na Ordem do Dia para serem votadas, porém, enfrentam a resistência da
lógica econômica que vigora no governo e em setores que colocam os interesses
do capital acima dos direitos dos trabalhadores”.
Autor da PEC 555, o ex- deputado federal Carlos Mota também participou e
discorreu sobre a matéria de sua autoria. “Estou afastado fisicamente das
atividades parlamentares, porém, as acompanho diariamente. Orgulho-me de
ter apresentado esta proposta, mesmo tendo sido duramente retaliado por tê-la
redigido. É uma Proposta de Emenda à Constituição que não tem a simpatia do
Governo.
A deputada Andréia Zito, autora da
PEC 270, também discursou sobre a importância em aprovar a sua proposta, que
trata do direito permanente dos servidores públicos aposentados por invalidez a
receber proventos iguais aos que recebia quando na atividade, além de assegurar
que todo o reajuste concedido seja também repassado a eles (a chamada
paridade). “A
aprovação da PEC 270 é uma questão urgente e precisamos retomar a nossa
mobilização para conseguirmos que ela seja votada e aprovada no plenário da
Câmara dos Deputados o mais rápido possível.
Palestras - A segunda parte do evento foi
dedicada à de diversos temas , como “Previdência Social Pública e o Momento
Político Atual”, ministrada por Nilton Paixão, presidente do SINDILEGIS; “Saúde
e Segurança no Trabalho”, por Francisco Luís Lima (Auditor Fiscal do Trabalho)
e Ana Maria Facca (Perita Médica do INSS).
Clemilce Carvalho, Auditora Fiscal
aposentada da Receita Federal realizou excelente palestra no Encontro.
Porém, o ápice do evento foi a palestra proferida por Clemilce Carvalho,
Auditora Fiscal aposentada da Receita Federal do Brasil, Professora, e
Pedagoga, graduada pela Universidade do Estado do Rio de Janeiro (UERJ), que
iniciou sua apresentação traçando o histórico da Previdência Social no País,
desmembrando os sistemas e institutos criados no passado. “A Previdência
Social vem sendo espoliada ao longo de seus 88 anos de existência no Brasil”,
disse Clemilce, que também expôs trechos da Constituição Federal onde o
assunto é abordado, como o artigo 6º. “São direitos sociais a educação, a
saúde, o trabalho, a moradia, o lazer, a segurança, a Previdência Social, a
proteção à maternidade e à infância, a assistência social aos desamparados, na
forma desta Constituição”.
Sobre o desmonte do Orçamento da
Seguridade Social, Clemilce utilizou como exemplo a PEC 233/2008, que altera o
Sistema Tributário Nacional e cria o Imposto sobre o Valor Adicionado Federal
(IVA-F), que unifica as contribuições sociais – COFINS, PIS e CIDE
(combustível), mexendo com receitas
exclusivas da Seguridade Social e isenta de IR os ganhos de investidores
estrangeiros no mercado de capitais, além de não regulamentar o Imposto sobre
Grandes Fortunas (previsto no artigo 153, VII, da CF88). “A desgraça do
Brasil é o juro e querem empurrar a culpa para os trabalhadores e servidores. É
desonesto fazer isso com o povo brasileiro”, salientou a palestrante.
Clemilce Carvalho apresentou também
alguns mitos, pontos fortes e fracos sobre a Previdência Social:
Mitos sem sustentação:
•
aumento do salário mínimo;
•
longevidade;
•
previsão para até 2050;
•
financiamento pelo Tesouro Nacional.
Pontos Fortes:
• distribuição de
renda: transferência de recursos de regiões mais ricas para o pagamento de
benefícios em outras, menos favorecidas;
• sustentação da
economia de pequenos e médios municípios brasileiros, fomento do comércio e da
indústria locais, respondendo por um volume de recursos que chega a superar a
própria arrecadação de tributos municipais, naqueles de menor expressão
econômica;
• promoção da
(verdadeiramente) única inclusão social do Brasil reconhecimento do trabalhador
rural como segurado, independentemente de contribuição;
•
formalização do trabalho agregação dos trabalhadores da economia
informal, facultando-lhes as garantias e os benefícios previdenciários;
• criação de novos
postos de trabalho 14 milhões, ao longo dos dois governos Lula (entre 2003 e
2010); aumento da bancada parlamentar comprometida com trabalhadores,
aposentados e pensionistas, criação de ambiente congressual favorável ao
acolhimento de propostas sintonizadas com as ideias defendidas por este grupo
• favorecimento da
criação de uma Justiça Previdenciária e segregação das causas judiciais afins
em foro próprio, de modo a permitir análises mais bem embasadas e
julgamentos mais técnicos e com maior rapidez;
• paz
interna do país, com manutenção de um clima de tranqüilidade social,
com um nível satisfatório de
bem-estar geral.
Pontos Fracos:
• reforma
tributária anunciada;
• manutenção da
DRU (FSE/FEF);
• política de
renúncia fiscal;
• redução do prazo
de decadência de 10 para 5 anos,
• desvio do
patrimônio imobiliário da Previdência.
Clemilce Carvalho concede entrevista
à Yvone

Para concluir,
Clemilce ressaltou que “a Seguridade Social financia outros programas do governo,
através do Tesouro Nacional”. Após sua apresentação, a palestrante concedeu uma
breve entrevista à AOJESP. Confira:
AOJESP: Qual sua opinião sobre a
unificação, onde cada um querer o Poder para si?
Clemilce: Não há transparência entre nos Poderes. O Judiciário, por exemplo,
está entupido de processos e, na hora que julga, ainda sofre interferência da
União. Não há respeito integral e muito menos segurança de direitos.
Qual sua opinião sobre a Emenda
Constitucional 62 (precatórios)?
O Poder Legislativo vem em cima e
manda fazer leilão de direitos, submetendo o servidor a passar anos até
conseguir receber seus direitos. Isso é desumano e imoral.
O que a senhora acha dos empresários
conluiados com os bancos?
É simples. Por que o salário mínimo
é tão baixo? Quem achata os salários são os empresários, pois assim têm mão de
obra barata à sua disposição por custos baixíssimos.
E sobre a terceirização?
Sou contra! Qualquer servidor
público sai mais barato que um funcionário terceirizado. Sou totalmente contra.
A meu ver, os ministérios, por exemplo, deveriam ser dirigidos por servidores
públicos concursados.
|
OBS: Noticia retirada do site da Entidade
Sindireceita participa do Encontro Nacional no Senado
Publicado em 01/09/2011 -
O diretor
de Assuntos Parlamentares, Hélio Bernades, e o diretor de Aposentados e
Pensionistas, Jair Marinho, participaram do “Encontro Nacional dos Servidores
públicos ativos, aposentados e pensionistas”, realizado nesta quarta-feira, dia
31 de agosto, pelo Instituto Mosap (Movimento dos Servidores Públicos
Aposentados e Pensionistas), no Auditório Petrônio Portela, do Senado Federal.
O objetivo
do Encontro Nacional foi reunir o maior número possível de servidores, ativos e
aposentados, representantes das entidades filiadas ao Instituto Mosap para
intensificar a pressão junto aos parlamentares, no Congresso Nacional, na
apreciação das PEC’s 555/2006 (Contribuição Previdenciária) e 270/2008
(Aposentadoria por invalidez permanente com paridade e proventos integrais)
tendo em vista que os servidores públicos civis da União, Estado e Municípios
foram os principais alvos das reformas previdenciárias dos últimos anos,
promovidas pelas Emendas Constitucionais 20/1998 , 41/2003 e 47/2005 .
As
PEC’s 555/2006 e 270/2008 não criam novos benefícios, mas somente propõe a
defesa do resgate dos direitos adquiridos ao longo da vida laborativa do
servidor. Foi sob essa ótica e em busca de mobilizar toda a categoria e ganhar
o apoio dos parlamentares que, pelo menos 700 servidores públicos aposentados e
ativos, lotaram o auditório Petrônio Portela.
Vários
deputados apoiaram a iniciativa e marcaram presença no evento e, em seus
discursos, declararam aprovar o teor das PEC’s. Na oportunidade os
parlamentares criticaram o governo em favorecer os interesses de banqueiros com
a criação de um fundo de previdência privada para o servidor público (PL
1.992/07).
O
Senador Paulo Paim (PT/RS), reforçou a luta em defesa dos trabalhadores
brasileiros e de uma previdência pública de qualidade e afirmou que tanto
parlamentares quanto governo sabem que a Previdência Social não é deficitária e
sim superavitária. “Se continuarmos assim, retirando dinheiro do trabalhador
para favorecer os empregadores, teremos uma crise social e não previdenciária,
como alega o governo. Temos que ter uma política permanente que garanta os
interesses dos servidores e dos trabalhadores, do contrário no futuro todos
terão que procurar um fundo de previdência privada”, defendeu.
Já
o ex-deputado Carlos Mota, autor da PEC 555, declarou estar impressionado com a
mobilização dos servidores que, ao longo dos anos, acompanham as mudanças
implementadas para prejudicar as conquistas o funcionalismo público. “É
impressionante a força deste Movimento. Chega de mudanças só com o propósito de
afetar o servidor público, como se o servidor fosse responsável pelas mazelas
do país”, exigiu.
O
deputado federal Arnaldo Faria de Sá (PTB/SP), relator da PEC 270 e do
substitutivo da PEC 555, rejeitou o discurso da imprensa sobre as reformas da
Previdência Social. “Essa história de que a Previdência está quebrada é velha,
mas as informações revelam que o saldo na Seguridade Social em 2010 foi R$ 58
bilhões. Não está quebrada coisa nenhuma!”, constatou.
O ajuste
fiscal e o impacto financeiro nas contas públicas são as justificativas das
propostas do Governo para retirar os direitos e reduzir os rendimentos dos
servidores públicos. A Previdência Social do funcionalismo público é o mais
novo setor a ser privatizado pelo Governo.
A Proposta
de Emenda Constitucional nº 555/2006, propõe a revogação do artigo 4º da Emenda
Constitucional (EC) nº 41/2003 (Reforma da Previdência), que instituiu a
cobrança da contribuição previdenciária sobre os proventos dos servidores
públicos aposentados e pensionistas. A PEC, de autoria do ex-deputado federal
Carlos Mota (PSB-MG), encontra-se pronta para entrar na pauta do Plenário e tem
como relator o deputado federal Arnaldo Faria de Sá (PTB-SP).
Acompanhe aqui o
andamento da PEC 555/2006
A Proposta
de Emenda Constitucional nº 270/2008, propõe que servidores públicos federais,
estaduais e municipais, além de funcionários de autarquias e fundações, tenham
direito aos proventos integrais e paritários em caso de aposentadoria por
invalidez. Este direito foi extinto com a EC nº41. A proposta, de autoria da
deputada federal Andréia Zito (PSDB/RJ), garante ao servidor público que
aposentar-se por invalidez permanente o direito aos reajustes equivalentes dos
servidores da ativa e tem como relator o deputado federal Arnaldo Faria de Sá
(PTB-SP).
Acompanhe aqui o
andamento da PEC 270/2008
01/09/2011 - 12:10h 
Centenas de pessoas participaram na
manhã de ontem (31/08/11) do Encontro dos Servidores Públicos Aposentados e
Pensionistas, promovido no Senado Federal, pelo Mosap (Movimento dos Servidores
Aposentados e Pensionistas). O evento contou com o apoio e a participação da
ANMP (Associação Nacional dos Médicos Peritos) que se fez representar no
encontro pelo seu presidente, Geilson Gomes de Oliveira, pela vice-presidente,
Maria Virgínia Eloy e pelos peritos Ana Maria Facci (GEX-DF), Emmanuel Andrade
(GEX-Niterói), Alejandro Luquetti (Goiânia), Lones Pavan (GEX-Vitória), Ruy
Lora (GEX-Vitória) e Waldoneli Antônio de Oliveira (GEX – RJ/Centro).
O encontro teve como objetivo discutir
a valorização e a dignidade do servidor, além de defender a votação das PEC
(Propostas de Emendas Constitucionais) 555/2006 (fim da contribuição
previdenciária do servidor aposentado ou pensionista) e 270/2008 (integralidade
para o aposentado por invalidez).
A perita médica previdenciária Ana
Facci foi extremamente elogiada e teve seu discurso aplaudido em pé por vários
dos servidores presentes. Ela discorreu sobre a perícia do servidor e as
implicações das regras atuais de aposentadoria por invalidez para o servidor
público.
O presidente do Mosap, Edison
Haubert, agradeceu a presença dos servidores de todos os cantos do país e
enfatizou que o dia é de muito trabalho. “Não é um dia de festa, é um dia de
trabalho, de reflexão e de busca de caminhos para alcançarmos nossos caminhos”,
constatou. Haubert ainda criticou o Projeto de Lei 1992, que cria a
aposentadoria complementar do servidor público, e disse que gostaria de ver o
mesmo empenho do governo em aprovar o PL ser empregado em defesa das PECs 270 e
555.
O deputado Arnaldo Faria de Sá
(PTB/SP), relator da PEC 270 rejeitou o discurso da grande imprensa sobre o
propalado desfinanciamento da Previdência Social. “Essa história de que a
Previdência está quebrada é velha, mas há a informação da ANFIP que mostra o
saldo de R$ 58 bilhões na Seguridade Social em 2010. Não está quebrada coisa
nenhuma! Essa história de que a Previdência está quebrada só interessa à
previdência privada”, constatou.
O ex-deputado Dr. Carlos Mota, autor da PEC 555, também demonstrou
estar impressionado com o encontro do Mosap. A autora da PEC 270, deputada Andréia
Zito (PSDB/RJ), garantiu que a proposta será aprovada. “Que bom ver essa casa
cheia. Obrigada, de coração, por vocês estarem aqui. Com toda a certeza vamos
aprovar a 270, com a ajuda de vocês”, reforçou.
Assessoria de Imprensa
da ANMP
| 10:49:46 Escrito por admin -
Duas PECs – Qual o futuro dos
aposentados e pensionistas do País? Para discutir esse tema, servidores
públicos estão reunidos nesta quarta-feira (31), em Brasília, no Encontro de
Aposentados e Pensionistas. O evento, promovido pelo Instituto Mosap e
entidades, pretende sensibilizar os parlamentares para a votação da Proposta de
Emenda à Constituição 555 e 270.
As PECs definem o término das
contribuições previdenciárias para os aposentados e a aposentadoria por
invalidez permanente – com paridade e proventos integrais. O Encontro de
Aposentados e Pensionistas deve reunir 500 servidores públicos de várias
cidades brasileiras, e especialistas em finanças públicas e parlamentares até
as 18 horas, no Senado Federal.
A Proposta de Emenda
Constitucional 555, hoje transformada em substitutivo, procura extinguir, de maneira
gradativa, a contribuição previdenciária para aposentados acima de 61 anos,
revogando o artigo 4º da Emenda Constitucional nº 41, de 2003. A emenda tramita
na Câmara dos Deputados desde julho de 2006 e já foi aprovada pela Comissão
Especial, criada no final de 2007. O então deputado Carlos Mota (PSB-MG) foi o
autor da emenda, que está sob relatoria do deputado Luiz Alberto (PT-BA).
Já a Proposta de Emenda
Constitucional 270/2008 prevê que todos os aposentados por invalidez
permanente, que tenham ingressado no serviço público até 16 de dezembro de
1998, passem a receber proventos integrais e tenham garantidos os benefícios
adquiridos pela carreira dos servidores em atividade.
A proposta altera o artigo 40 da
Constituição Federal. No texto, a aposentadoria por invalidez é caracterizada
por acidente em serviço, moléstia profissional ou doença grave – contagiosa ou
incurável – especificada em lei a partir de 2004. De acordo com a PEC, esse
tipo de aposentadoria ocorre no momento em que o servidor mais necessita de
recursos para aquisição dos medicamentos e internações. Por essa justificativa,
há uma grande urgência na discussão do tema. As informações são do “Clica
Brasília”.
Fonte: CLICABRASILIA.COM. BR
Encontro discute o
futuro dos aposentados e pensionistas
Qual
o futuro dos aposentados e pensionistas do País? Para discutir esse tema,
centenas de servidores públicos estão reunidos hoje (31), em Brasília, no
Encontro de Aposentados e Pensionistas. O evento, promovido pelo Instituto
Mosap e entidades, pretende sensibilizar os parlamentares para a votação da
Proposta de Emenda à Constituição 555 e 270. As PECs defendem o término das
contribuições previdenciárias para os aposentados e a aposentadoria por
invalidez permanente – com paridade e proventos integrais.
Segundo
o presidente do Instituto Mosap, Edison Guilherme Haubert, o objetivo do
encontro é intensificar ainda mais o trabalho de discussão das PECs no
Congresso Nacional. “É fundamental uma tomada de posição e a conscientização de
todos. Os servidores públicos precisam sensibilizar os parlamentares sobre a
importância desses temas”, afirma.
A
Proposta de Emenda Constitucional 555, hoje transformada em substitutivo,
procura extinguir, de maneira gradativa, a contribuição previdenciária para
aposentados acima de 61 anos, revogando o artigo 4º da Emenda Constitucional nº
41, de 2003. A emenda tramita na Câmara dos Deputados desde julho de 2006 e já
foi aprovada pela Comissão Especial, criada no final de 2007. O deputado Carlos
Mota (PSB/MG) foi o autor da emenda, que está sob relatoria do deputado Luiz
Alberto (PT/BA).
Já
a Proposta de Emenda Constitucional 270/2008 prevê que todos os aposentados por
invalidez permanente, que tenham ingressado no serviço público até 16 de
dezembro de 1998, passem a receber proventos integrais e tenham garantidos os
benefícios adquiridos pela carreira dos servidores em atividade.
A
proposta altera o artigo 40 da Constituição Federal. No texto, a aposentadoria
por invalidez é caracterizada por acidente em serviço, moléstia profissional ou
doença grave - contagiosa ou incurável - especificada em lei a partir de 2004.
De acordo com a PEC, esse tipo de aposentadoria ocorre no momento em que o
servidor mais necessita de recursos para aquisição dos medicamentos e
internações. Por essa justificativa, há uma grande urgência na discussão do
tema.
O
Encontro de Aposentados e Pensionistas deve reunir 500 servidores públicos de
várias cidades brasileiras, e especialistas em finanças públicas e
parlamentares até as 18h, no Senado Federal.
Comentários: 3
comentário(s) no total
Zé Brasil
Disse em:
31/08/2011 - 13:46
Jô sugiro que você procure o gabinete da deputada Andréia
Zito, pois vejo com bons olhos a atenção que ela está dispensando a todos
servidores, que é autora da PEC 270; dizem que todos que a procuram tem
resposta e apoio à sua solicitação; e com certeza se esse seu pedido de entrar
com projeto de lei for interessante, ela apresenta sem problema algum; uma vez
procurei o dep. reguffe e me decepcionei com ele; o mundo dá voltas...
Jô Rodrigues (jornalista)
Disse em:
31/08/2011 - 11:52
(2) (cont.) Bolsonaro, expondo esse problema e pedindo que
ajudasse. Nem me respondeu. Há poucos dias, enderecei e-mail do amigo, deputado
federal Antônio Reguffe, do DF, e sugeri que visse a possibilidade de fazer um
projeto-de-lei estendendo o aumento dado à Dilma e demais aos servidores. Ele
me disse que encontraria dificuldades e não me deu esperanças. Enfim, agora com
esse Encontro, não seria possível que esse assunto fosse abordado e, no caso,
feito pressão sobre não só esses dois (segue
Jô Rodrigues (jornalista)
Disse em:
31/08/2011 - 11:47
(1) Seria bom que, nesse encontro, os aposentados e
pensionistas discutissem a atual política salarial do governo de Dilma que, cá
entre nós, começou com o pé esquerdo. Afinal, em fins de 2010, os congressistas
aprovaram um aumentão para ela, os políticos e os juízes, de mais de 70%. Erradamente,
ignoraram o "Escalonamento vertical", e não estenderam como deveriam,
esse aumento a todos os servidores civis e militares. Baseado nisso, escrevi,
no início do ano, um e-mail ao deputado Jair (segue)
Direitos
Presidente do Sindilegis participa de Encontro dos Servidores Ativos,
Aposentados e Pensionistas
31/08/2011 14:50: 48
Kíssila
Vasconcelos/Sindilegis
Na manhã desta quarta-feira (31), o auditório
Petrônio Portela, no Senado Federal, ficou lotado para o Encontro dos
Servidores Públicos Ativo, Aposentados e Pensionistas, promovido pelo
Instituto Mosap – Movimento dos Servidores Aposentados e Pensionistas,
integrado por centenas de entidades do serviço público, inclusive o Sindilegis.
O objetivo do evento é discutir formas de
atuação para aprovação das PEC 555/2006 e 270/2008, que tratam,
respectivamente, da extinção da contribuição previdenciária dos aposentados e
pensionistas do serviço público, e da garantia do direito aos proventos
integrais com paridade para o servidor que aposentar-se por invalidez
permanente.
Segundo o presidente do Sindilegis, Nilton
Paixão, o encontro vai possibilitar a confluência de idéias para o avanço do
debate sobre as PECs. "A importância deste evento é mostrar que estamos
todos unidos, servidores da ativa, aposentados e pensionistas, para aprofundar
o debate sobre as Pecs 555 e 270 e resgatar os direitos que foram subtraídos de
uma forma muito injusta e com discurso falso", ressalta.
Também presente no evento, a diretora de
Aposentados e Pensionistas do Sindicato, Maria Elisa Siqueira de Oliveira,
acompanhou todos os preparativos, além de colaborar com a divulgação do debate.
"Há muito tempo aguardamos a movimentação das propostas que devolverão os
nossos direitos. A mobilização é melhor caminho para alcançarmos o entendimento
da sociedade e dos parlamentares quanto à importância deste debate e
garantirmos as aprovações das matérias", destacou a diretora.
O presidente do Mosap, Edison Haubert, abriu o
evento agradecendo a presença dos servidores de todo País e enfatizou que os
trabalhos levarão à "reflexão e de busca de formas para alcançarmos nossos
caminhos". Haubert ainda criticou o Projeto de Lei 1992, que cria a
aposentadoria complementar do servidor público, e disse que gostaria de ver o
mesmo empenho do governo em aprovar o PL ser empregado em defesa das PEC 270 e
555.
Já deputado Arnaldo Faria de Sá (PTB-SP),
relator da PEC 555/06 e 270/08, iniciou seu discurso parabenizando as entidades
pela força de atuação e afirmou que vai lutar pela aprovação dos projetos.
"Nós sabemos o que é os servidores públicos inativos querem. Nós queremos
a aprovação da PEC 555, acabando com a cobrança dos inativos já e agora. Vamos
votar já a PEC 270".
O deputado João Dado (PDT-SP) também defendeu a aprovação dos projetos e a
valorização dos servidores públicos aposentados. "Não basta a
conscientização política, precisa que tenhamos ações concretas". O
deputado também ressaltou que "não somos nós [servidores] causadores das
mazelas do País, somos nós quem protegemos o serviço público".
Para o deputado Ivan Valente (PSOL-SP), a
aprovação das PECs é a garantia do cumprimento do direito constitucional dos
servidores públicos. O parlamentar também assegurou que este é o momento de
luta e mobilização das categorias.
Também compuseram a mesa de abertura, entre
outras autoridades, o ex-deputado Carlos Mota, autor da PEC 555, o deputado
Chico Lopes (PCdoB-CE), presidente do Sinait, Rosângela Rassy, o presidente do
Sindifisco, Pedro Delarue, e o presidente da Anfip Álvaro Sólon.
“““ ““ O evento acontece durante toda a
quarta-feira com palestras sobre “Previdência e Custeio”,” Saúde e Segurança do
Trabalho” dentre outros tema.
SINDIFISCO
NACIONAL
|
Encontro
Nacional Centenas de servidores se reúnem em prol de PEC |
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Qua, 31 de Agosto de
2011 18:05 |
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A presença massiva de servidores
públicos no auditório Petrônio Portela do Senado Federal marcou as
atividades da parte da tarde do I Encontro Nacional de Aposentados e
Pensionistas e demonstrou, mais uma vez, o poder de união da categoria pelo
fim da cobrança da contribuição previdenciária sobre os benefícios de
aposentados e pensionistas e pela paridade e integralidade para os que se
aposentaram por invalidez. Ambas as propostas estão previstas nas PEC
(Propostas de Emenda à Constituição) 555/06 e 270/08, respectivamente. Promovido pelo Sindifisco Nacional, Mosap
(Movimento dos Servidores Aposentados e Pensionistas) e Fonacate (Fórum
Nacional Permanente de Carreiras Típicas de Estado), o evento reuniu, somente
no período da tarde, mais de 700 pessoas que lotaram o auditório. O local
ficou tão cheio que muitas pessoas ficaram em pé e outras acabaram se
sentando na rampa de acesso ao auditório e nos degraus das escadas. O deputado Amauri Teixeira
(PT-BA) fez duras críticas às injustiças feitas ao longo do tempo contra
os aposentados, lembrando que o neoliberalismo no Brasil mistificou o
servidor público e marginalizou a categoria. “Collor tratava todos como
marajás. Depois veio FHC, expressando a essência do neoliberalismo, chamando
todos de vagabundos. Não podemos mais aceitar isso”, desabafou. Segundo o deputado, antes, os servidores não
tinham privilégios e, apesar de estarem ainda passando por alguns problemas,
é visível que a categoria está mais organizada, mais ativa e em um novo
momento. Quanto à PEC 270/08, o parlamentar lembrou que foi realizada
uma audiência pública para debater a proposta e, na ocasião, se comprometeu a
propor uma nova audiência, agora para debater a PEC 555/06, como forma de
fazer mais uma mobilização e pressionar a Casa para aprovar a proposta. O líder do PRB, deputado Vitor Paulo (RJ),
destacou que as PEC 555/06 e 270/08 estão entre as prioridades de votação
levadas pelo partido ao presidente da Câmara dos Deputados, Marco Maia. “Esse
evento representa uma busca por justiça e, por isso, podem contar com o nosso
apoio", disse o deputado, que também é presidente da CLP (Comissão da
Legislação Participativa) da Câmara. Para o diretor de Assuntos Parlamentares
do Sindicato, João Santos, a forte presença de parlamentares durante o
Encontro é um reconhecimento do trabalho semanal que o Sindifisco
Nacional tem desenvolvido no Congresso Nacional. "O evento foi um
sucesso tanto no que diz respeito ao público - que lotou o auditório - quanto
no que se refere ao comparecimento de deputados e senadores. Isso mostra o
acerto das atividades que temos promovido junto aos parlamentares",
resumiu o sindicalista. Palestras - Ao abordar o tema “Previdência e
Custeio”, a Auditora-Fiscal Clemilce Serafim Carvalho afirmou que não há
déficit na Previdência. Na sua visão, o governo utiliza o discurso de que o
sistema é deficitário para desmoralizar o maior distribuidor de renda do
mundo. “O cálculo é feito de forma errada. O falacioso rombo do sistema é uma
mentira deslavada, uma coisa criada, construída”, afirmou à aposentada. Clemilce Carvalho defende que a Previdência
Social não é problema, e sim, solução para o governo que, segundo ela, se
apropria das diferenças da Seguridade Social. “A Seguridade Social financia
outros programas do governo através do Tesouro Nacional. Hoje vemos o governo
utilizando R$ 10 bilhões do nosso esforço para pagar suas dívidas. Devemos
lembrar que o desvio de verba da Seguridade Social para outras áreas é
ilegal”, alertou a Auditora, que lembrou ainda que o governo esteja querendo
desonerar grandes empresários sem exigir contrapartidas. Os deputados Arnaldo Faria de Sá (PTB/SP)
e Andrea Zito (PSDB/RJ), que estiveram no Encontro Nacional pela
manhã, voltaram a ocupar a tribuna na parte da tarde para reforçar
o seu apoio às causas dos servidores. Ao falar sobre saúde e segurança no trabalho,
o médico e Auditor-Fiscal do Trabalho Francisco Luis Lima disse que,
atualmente, existem 34 normas regulamentadoras de segurança no trabalho que
tratam da prevenção de acidentes, do programa de prevenção de riscos
ambientais, do programa de controle médico de saúde ocupacional, entre
outros. No entanto, destacou que muitos trabalhadores não conhecem os
procedimentos. Segundo ele, todo trabalhador é obrigado a ter
conhecimento dos riscos a que expõe sua vida no ambiente do trabalho. O
Decreto nº 6856/2009, determina a realização de exames periódicos dos
servidores da administração pública federal direta, autárquica e fundacional,
“mas a regra ainda não é devidamente seguida”, lamenta o médico. O Art. 2º do decreto determina que realização
de exames médicos periódicos tenha como objetivo, prioritariamente, a
preservação da saúde dos servidores, em função dos riscos existentes no
ambiente de trabalho e de doenças ocupacionais ou profissionais. De acordo com o Auditor-Fiscal, o mapa de
risco é elaborado a partir da identificação dos fatores de riscos existentes
no local de trabalho e envolvem condições físicas, químicas, biológicas,
ergonômicas (esforço físico, posições forçadas) e acidentais. A perita médica do INSS (Instituto Nacional do
Seguro Social), Ana Maria Facce, apresentou casos de servidores que, mesmo
acometidos de grave doença, preferiram abrir mão da aposentadoria depois que
viram o quanto teriam o salário reduzido. “Antigamente, quando o servidor era
acometido com doença grave, ele se aposentava integralmente e ficava isento
do imposto de renda para poder arcar com as despesas. Atualmente não é assim.
Muitos preferem ficar afastados por incapacidade laboral durante anos a ter
que se aposentar”, disse. Homenagem – Durante o evento, o presidente do
Mosap, Edison Guilherme Haubert, fez uma singela homenagem ao Auditor-Fiscal
aposentado Francisco Paulo Favilla, que participou representando o fundador
do Instituto, Domingos Travesso. Favilla é filiado do Sindifisco Nacional e
do Unafisco Associação e foi um dos pioneiros quando da fundação do Mosap. Ao final do evento, o presidente do Mosap
agradeceu a presença de todos os servidores que vieram de vários cantos do
país, dos parlamentares e das entidades que se engajaram para a realização do
I Encontro Nacional. “Não fazemos nada sem as entidades. Tenho a convicção de
que atingimos o nosso objetivo. Agora, temos que intensificar esse trabalho
junto às bases parlamentares no Congresso e nos Estados”, finalizou Haubert. |
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31/08/2011 Com apoio da ANFIP, encontro do
Mosap lota auditório no Senado |
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